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''INFLUÊNCIA CLIMÁTICA SOBRE A PLASTICIDADE FENOTÍPICA...
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" Influência Climatica sobre a Plasticidade Fenotípica Floral de Catasetum fimbriatum Lindley"
4ª Parte A observação mais importante notada nestas figuras reside no fato de que o tratamento 2 (baixa intensidade luminosa), geralmente apresentou valores inferiores, mas sempre muito próximos em relação à intensidade luminosa e temperatura, porém suplantou praticamente em todos os momentos em relação à umidade relativa do ar à média observada para o tratamento 3 (figura 3), ocorrendo apenas exceção do mês de novembro de 2000, onde os índices verificados foram iguais, e inferiores em dezembro de 2000, janeiro e fevereiro de 2001. Tal fato mostra-se relevante, pois segundo Zimermam (1991), o detrimento da umidade relativa do ar em relação à intensidade luminosa, pode vir acentuar um estresse hídrico, o qual possivelmente aumenta as chances da expressão de flores diclinas femininas, devido ao aumento dos níveis endógenos de etileno.
Nota: Matéria enviada Cristiano P.Moraes CRISTIANO PEDROSO DE MORAES1
MARCÍLIO DE ALMEIDA2
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Enviado por bbbbbbbbb em Quarta, 16 de Agosto de 2006 (15:15:37) (637 lido)
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''Perguntas e Respostas''
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Roland Brooks Cooke Tira suas Dúvidas.
Pergunta nº 1:
Você consegue explicar que diferenças posso perceber “no olho” entre uma gaskelliana e uma warneri? Hoje, pela manhã, fiquei olhando algumas que estão floridas e não consigo perceber muita diferença... Sei que tem muito de “olho mal treinado”, mas temos alguma explicação para diferenciá-las? Às vezes tenho a impressão que misturei as etiquetas... Roland: Você levantou um ponto importante: como diferenciar as cattleyas do grupo da Cattleya labiata, que não tenham uma característica peculiar que as distinga das outras? Aí entram a C. labiata, C. jenmanii, C. gaskelliana, C. warneri e C. mendelli. O que eu (e a maioria dos não botânicos e alguns botânicos também...0 faço nesse casos é usar um critério de eliminação de hipóteses. Quando vejo uma Cattleya, deste grupo, florindo em março, parto da premissa que possa ser uma labiata. Se tem espata dupla, reforça a tese. O perfume também ajuda – muitas espécies têm perfumes bem característicos. Portanto, floriu em março, tem cara de labiata, tem cheiro de labiata, então é labiata.
No caso da C. warneri e da C. gaskelliana, eu examino primeiro a flor: a da warneri costuma ser menos amada, ou seja, mais bagunçada. Flores grandes, de forma meio espalhada (mas nem sempre é assim!). Se a flor tem forma melhor, dá pra desconfiar que seja uma gaskelliana. Aí eu olho a planta: a warneri é bem típica, com pseudobulbos em forma de clava (parte superior maior) e folhas bem largas. Crescimento meio esparramado. Já a gaskelliana tem crescimento bem comportado, bulbos mais “elegantes” e porte ereto. Somando isso, mais alguma pequena diferença na forma do colorido do labelo (o da warneri costuma ser mais rajado), tiro a conclusão. Mas tem casos que realmente desafiam qualquer um.
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Enviado por bbbbbbbbb em Domingo, 13 de Agosto de 2006 (00:00:00) (765 lido)
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