 |
|
 |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |
Perguntas e Respostas
|
 |
 |
 |  |
 |
Este espaço é dedicado aos nossos visitantes, sempre atentos e dispostos ao novo aprendizado, compartilhando técnicas e novas amizades. A FBPRO agradece a participação de Roland Brooks Cooke que esclarece algumas dúvidas neste mês.
Roland Brooks Cooke
É engenheiro agrônomo e proprietário da Orchidcastle, de Petrópolis, RJ, está sempre pronto a responder perguntas sobre cultivo de orquídeas, que, para ele,mais que um negócio, é uma paixão herdade de seus pais e avós. Polêmico, audacioso, irreverente, mas profundo conhecedor da matéria.
|  |
 |
 |
 |
 |
Enviado por bbbbbbbbb em Domingo, 6 de Agosto de 2006 (00:00:00) (684 lido)
(2877 bytes adicionais | Pontos: 3.5
|  |
 |
 |
 |
 |  |  |  |  |  |  |  |  |  |
Influência Climática Sobre a Plasticidade Fenotípica...
|
 |
 |
 |  |
 |
INFLUÊNCIA CLIMÁTICA SOBRE A PLASTICIDADE FENOTÍPICA FLORAL DE Catasetum fimbriatum LINDLEY
2ª Parte
A observação da ocorrência de estresse hídrico nos tipos de vegetação existentes nas áreas tropicais e subtropicais depende muito de cada espécie e de suas adaptações para suportar a época de estiagem. A perda de água por transpiração pode ser menor através da redução das áreas foliares e também através da diminuição da temperatura das folhas via redução da quantidade de radiação absorvida. A água, nestes casos é mantida através da absorção pela raiz, onde fatores tais como tensão exercida pela coluna de água devido à transpiração e a baixa resistência imposta pelo xilema, somada a outros mecanismos que evitam a perda de água, permitem um fluxo de água contínuo e necessário para a sobrevivência da planta.
Sem dúvida, a luz é um dos fatores ambientais mais importantes, para o desencadeamento da maioria das reações fisiológicas de um planta, como por exemplo, o crescimento e o florescimento (Cosgrove, 1987)
Nota: Matéria enviada: Cristiano P.Moraes CRISTIANO PEDROSO DE MORAES1
MARCÍLIO DE ALMEIDA2
|  |
 |
 |
 |
 |
Enviado por bbbbbbbbb em Sexta, 4 de Agosto de 2006 (00:00:00) (619 lido)
(5328 bytes adicionais | Pontos: 5
|  |
 |
 |
 |
 |  |  |  |  |  |  |  |  |  |
INFLUÊNCIA CLIMÁTICA SOBRE A PLASTICIDADE FENOTÍPICA...
|
 |
 |
 |  |
 |
INFLUÊNCIA CLIMÁTICA SOBRE A PLASTICIDADE FENOTÍPICA FLORAL DE Catasetum fimbriatum LINDLEY
1ª Parte
RESUMO
Como tentativa de elucidar os fatores ambientais que controlam a plasticidade fenotípica floral de Catasetum fimbriatum Lindley, iniciaram-se estudos climáticos da espécie, através do acompanhamento de 45 indivíduos divididos em três tratamentos, com quinze indivíduos cada. O primeiro tratamento foi instalado em casa de vegetação onde predominou intensa luminosidade (1300 a 1900 mol/m2s), altas temperaturas (38OC) e baixa umidade relativa do ar (35%). O segundo tratamento foi, instalado em ripado e submetido à baixa intensidade luminosa (400 a 650 mol/m2s), menor temperatura (17OC) e a uma umidade relativa do ar mais elevada em relação ao primeiro (85 %). O terceiro tratamento foi mantido nas condições ambientais naturais (intensidade luminosa entre 500 a 800 mol/m2s, temperaturas de 23oC e umidade relativa do ar de 65%). Ao final do experimento, pôde-se constatar a grande adaptabilidade da espécie aos diferenciados ambientes, através da formação de ecótipos.
Palavras Chave: Orquídeas, Catasetum, Ecótipos e Clima
Nota: Matéria enviada Cristiano P. Moraes
CRISTIANO PEDROSO DE MORAES1
MARCÍLIO DE ALMEIDA2
|  |
 |
 |
 |
 |
Enviado por bbbbbbbbb em Sexta, 28 de Julho de 2006 (14:36:09) (514 lido)
(5452 bytes adicionais | Pontos: 5
|  |
 |
 |
 |
|
 |
| Destaques FBPRO | |
|
| Patrocínio |  |
|
 |
 |